Ah, a adolescência é fantástica
Semente, futuro, julgadora e conduzente,
Aliás conduzente e induzente
Em uma leitura rápida vi uma frase induzente:
Quem vive só para si faz um favor ao mundo quando morrer
Diziam que era de Freud
Nem quis saber de quem era,
Frase semente em terreno fértil,
Conduziu-me pegando no braço
Não ofereci resistência, já estava indo mesmo
Hoje, o início da maturidade, árvore de raiz grossa e profunda, reflexiva, parcimoniosa
Ensina:
Quem vive só para o mundo faz um favor para si quando morrer
Estranho e mesquinho pensamento
Talvez queira ver o que nasce perto à ficar olhando e lutando pelo horizonte
Talvez seja só medo de ter perdido muito e não veja o que venceu
Talvez pelas machadadas da vida,
Perdoem
Mas também sei que não é é uma verdade única
Este início de maturidade ensinou que não há verdades absolutas
Que nada é para sempre,
Nem árvore nem semente
Então, há de encontrar um meio termo
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Esperemos os frutos com suas sementes
sábado, 26 de abril de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
domingo, 7 de julho de 2013
Estranho
Sou muito estranho, tenho uma estranhesa para cada mundo
Para cada pessoa
Para cada pessomundo ou mundossoa
Uma estranhesa
segunda-feira, 1 de março de 2010
Que vida louca é essa?
Cada vez mais vou pelas circunstancias, sem dominar o dominável, jogando um jogo que nem quero participar.
Não existe felicidade plena, alias, felicidade foi um troço inteligentemente inventado e construída anteriormente para nos manter vivo, mas temos que reinventá-la constantemente a cada vez que conseguimos o que nos tornaria feliz, senão descobrimos que ela não existe e morremos.
Ou descobrimos que este incentivo, de ser feliz como uma meta, é medíocre. É um mecanismo que nos torna depressivo por, incrivelmente, conseguir e também por não conseguir o objeto. Que loucura. Se conseguir, tem que criar outra meta para viver, se não conseguir, fica infeliz do mesmo jeito, puts.
Resolvi viver por cada circunstância. Não sei se foi o mais inteligente, mas é o que está resolvendo, estou vivendo, sem metas, mas estou feliz por estar vivendo na simplicidade do cotidiano.
Ou descobrimos que este incentivo, de ser feliz como uma meta, é medíocre. É um mecanismo que nos torna depressivo por, incrivelmente, conseguir e também por não conseguir o objeto. Que loucura. Se conseguir, tem que criar outra meta para viver, se não conseguir, fica infeliz do mesmo jeito, puts.
Resolvi viver por cada circunstância. Não sei se foi o mais inteligente, mas é o que está resolvendo, estou vivendo, sem metas, mas estou feliz por estar vivendo na simplicidade do cotidiano.
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